Sunday, 20 of May of 2012

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O Melhor Lugar

 

– Os primeiros lugares.

– Humildade de Maria.

– Frutos da humildade.

I. TODOS OS DIAS são bons para fazer uns minutos de oração junto da Virgem, mas hoje, sábado, é um dia especialmente apropriado, pois são muitos os cristãos de todas as regiões da terra que procuram que os sábados transcorram muito perto de Maria.

Aproximamo-nos dEla, no dia de hoje, para que nos ensine a progredir na virtude da humildade, fundamento de todas as outras, pois a humildade “é a porta pela qual passam as graças que Deus nos outorga; é ela que amadurece todos os nossos atos, dando-lhes valor e fazendo com que sejam agradáveis a Deus. Finalmente, constitui-nos donos do coração de Deus, até fazer dEle, por assim dizer, nosso servidor, pois Deus nunca pode resistir a um coração humilde”1. É tão necessária à salvação que Jesus aproveita qualquer circunstância para elogiá-la.

O Evangelho da Missa2 diz que Jesus foi convidado para um banquete. Na mesa, como também acontece freqüentemente nos nossos dias, havia lugares de honra. Os convidados, talvez atabalhoadamente, dirigiam-se para esses lugares mais considerados. Jesus observava-os. A certa altura, quando talvez a refeição estava já a ponto de terminar, num desses momentos em que a conversa se torna menos ruidosa, disse: Quando fores convidado para umas bodas, não te sentes no primeiro lugar [...]. Mas vai tomar o último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, vem mais para cima. Então serás muito honrado na presença de todos os comensais. Porque todo aquele que se exalta será humilhado; e aquele que se humilha será exaltado.

Jesus ocupou provavelmente um lugar discreto ou aquele que o anfitrião lhe indicou. Ele sabia onde estar, e ao mesmo tempo apercebeu-se da atitude pouco elegante, mesmo humanamente, de alguns comensais. Estes, por sua vez, enganaram-se por completo, porque não souberam perceber que o melhor lugar é sempre ao lado de Jesus. Era em ocupar esse lugar, ao lado de Jesus, que deveriam porfiar. Na vida dos homens, observa-se não poucas vezes uma atitude parecida à desses comensais: quanto empenho em serem considerados e admirados, e que pouco em permanecerem perto de Deus! Nós pedimos hoje a Santa Maria, neste tempo de oração e ao longo do dia, que nos ensine a ser humildes, que é a única maneira de crescermos no amor ao seu Filho, de estarmos perto dEle. A humildade conquista o Coração de Deus.

“«Quia respexit humilitatem ancillae suae» – porque viu a baixeza da sua escrava…

“Cada dia me persuado mais de que a humildade autêntica é a base de todas as virtudes!

“Fala com Nossa Senhora, para que Ela nos vá adestrando em caminhar por essa senda”3.

II. A VIRGEM MOSTRA-NOS o caminho da humildade. É uma virtude que não consiste essencialmente em reprimir os impulsos da soberba, da ambição, do egoísmo, da vaidade…, pois Nossa Senhora nunca teve nenhum desses movimentos e, no entanto, foi humilde em grau eminente. A palavra “humildade” vem do latim humus, terra, e significa inclinar-se para a terra. Trata-se de uma virtude que consiste fundamentalmente em inclinar-se diante de Deus e diante de tudo o que há de Deus nas criaturas4, em reconhecer a nossa pequenez e indigência em face da grandeza do Senhor.

As almas santas “sentem uma alegria muito grande em aniquilar-se diante de Deus, em reconhecer que só Ele é grande e que, em comparação com a dEle, todas as grandezas humanas estão vazias de verdade e não são mais do que mentira”5. Este aniquilamento não reduz, não encurta as verdadeiras aspirações da criatura, mas enobrece-as e concede-lhes novas asas, abre-lhes horizontes mais amplos.

Quando Nossa Senhora é escolhida como Mãe de Deus, proclama-se imediatamente sua escrava6. E no momento em que ouve a sua prima Santa Isabel dizer-lhe que é bendita entre as mulheres7, dispõe-se a servi-la. É a cheia de graça8, mas guarda na sua intimidade a grandeza que lhe foi revelada. Não desvenda o mistério nem sequer a José; deixa que a Providência o faça no momento oportuno. Cheia de alegria, canta as coisas grandes que se realizaram nEla, mas diz que essas maravilhas cabem ao Todo-Poderoso; da sua parte, só colaborou com a sua pequenez e o seu querer9.

“Ignorava-se a si mesma. Por isso, aos seus próprios olhos, não contava absolutamente nada. Não viveu preocupada consigo própria, mas com a vontade de Deus. Por isso pôde medir plenamente o alcance da sua baixeza e da sua condição de criatura – desamparada e segura ao mesmo tempo –, sentindo-se incapaz de tudo, mas sustentada por Deus. A conseqüência foi que se entregou a Deus, que viveu para Deus”10. Nunca buscou a sua própria glória, nem se esforçou por aparecer, nem ambicionou os primeiros lugares nos banquetes, nem quis ser considerada ou receber elogios por ser a Mãe de Jesus. Procurou unicamente a glória de Deus.

A humildade funda-se na verdade, na realidade; sobretudo numa certeza: a de que a distância que existe entre o Criador e a criatura é infinita. Quanto mais se compreende esta distância e o modo como Deus se aproxima da criatura com os seus dons, a alma, com a ajuda da graça, torna-se mais humilde e agradecida. Quanto mais alto se encontra uma criatura, mais compreende esse abismo; por isso a Virgem foi tão humilde.

Ela, a Escrava do Senhor, é hoje a Rainha do universo. Cumpriram-se nEla, de modo eminente, as palavras de Jesus no final da parábola: quem se humilha, quem ocupa o seu lugar diante de Deus e dos homens, será exaltado. Quem é humilde ouve Jesus dizer-lhe: Amigo, vem mais para cima. “Saibamos pôr-nos ao serviço de Deus sem condições, e seremos elevados a uma altura incrível; participaremos da vida íntima de Deus – seremos como deuses! –, mas pelo caminho regulamentar: o da humildade e da docilidade ao querer do nosso Deus e Senhor”11.

III. A HUMILDADE FAR-NOS-Á descobrir que todas as coisas boas que existem em nós vêm de Deus, tanto no âmbito da natureza como no da graça: Diante de ti, Senhor, a minha vida é como um nada12, exclama o Salmista. Somente a fraqueza e o erro é que são especificamente nossos.

Ao mesmo tempo, porém, a humildade nada tem a ver com a timidez, com a pusilanimidade ou a mediocridade. Longe de apoucar-se, a alma humilde coloca-se nas mãos de Deus e enche-se de alegria e de agradecimento quando o Senhor quer fazer grandes coisas através dela. Os santos foram homens magnânimos, capazes de grandes empreendimentos para a glória de Deus. O humilde é audaz porque conta com a graça do Senhor, que tudo pode, porque recorre com freqüência à oração – reza muito –, convencido da absoluta necessidade da ajuda divina. E por ser simples e nada arrogante ou auto-suficiente, atrai as amizades, que são veículo para uma ação apostólica eficaz e de longo alcance.

A humildade é o fundamento de todas as virtudes, mas é-o especialmente da caridade: na medida em que nos esquecemos de nós mesmos, podemos interessar-nos verdadeiramente pelos outros e atender às suas necessidades. Ao redor destas duas virtudes encontram-se todas as outras. “Humildade e caridade são as virtudes mães – afirma São Francisco de Sales –; as outras seguem-nas como os pintinhos seguem a galinha”13. Em sentido contrário, a soberba, aliada ao egoísmo, é a “raiz e mãe” de todos os pecados, mesmo dos capitais14, e o maior obstáculo que o homem pode opor à graça.

A soberba e a tristeza andam frequentemente de mãos dadas15, enquanto a alegria é patrimônio da alma humilde. “Olhai para Maria. Jamais criatura alguma se entregou com tanta humildade aos desígnios de Deus. A humildade da ancilla Domini (Lc 1, 38), da escrava do Senhor, é a razão pela qual a invocamos como causa nostrae laetitiae, como causa da nossa alegria. Eva, depois de pecar por ter querido na sua loucura igualar-se a Deus, escondia-se do Senhor e envergonhava-se: estava triste. Maria, ao confessar-se escrava do Senhor, é feita Mãe do Verbo divino e enche-se de júbilo. Que este seu júbilo, de Mãe boa, nos contagie a todos nós: que nisto saiamos a Ela – a Santa Maria –, e assim nos pareceremos mais com Cristo”16.

(1) Cura d’Ars, Sermão para o décimo domingo depois de Pentecostes; (2) Lc 14, 1, 7-11; (3) Bem-aventurado Josemaría Escrivá, Sulco, n. 289; (4) cfr. Réginald Garrigou-Lagrange, Las tres edades de la vida interior, vol. II, pág. 670; (5) ibid.; (6) cfr. Lc 1, 38; (7) Lc 1, 42; (8) Lc 1, 28; (9) cfr. Lc 1, 47-49; (10) Federico Suárez, A Virgem Nossa Senhora, pág. 129; (11) cfr. Antonio Orozco Delclos, Olhar para Maria, pág. 138; (12) Sl 38, 6; (13) São Francisco de Sales, Epistolário; (14) São Tomás de Aquino, Suma teológica, II-II, q. 162, aa. 7-8; (15) cfr. Cassiano, Colações, 16; (16) Bem-aventurado Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, n. 109.

Fonte: Falar com Deus


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A Minoridade a partir dos textos de Francisco de Assis

 

frei Márcio Magalhães, OFMConv.

A compreensão do que seja a minoridade segundo Francisco de Assis, a partir de seus textos, não é uma tarefa fácil. A palavra aparece poucas vezes nos seus escritos e não há uma explicação clara do que ela significa. A questão estava tão clara para o Santo e seus seguidores que ele, em nenhum momento, achou que fosse necessário explicar ou conceituar o que significa ser menor. Como será observada na análise a seguir, a minoridade não é somente mais um dos pontos que caracteriza a Ordem Franciscana. Ela é o ponto fundamental e o diferencial da Religião (= forma de união com Deus) fundada pelo Santo frente aos outros modos de vida religiosa existentes até então.

Na maioria dos textos do próprio Santo não aparece o termo. Ele deixou vários escritos de sua autoria (mesmo que ele não os tenha escrito de próprio punho, mas ditado para que outro frade  escrevesse), mas nem nestes existe alguma definição clara do que seja a minoridade. O que se pode observar como situação comum da época é que todos queriam ser maiores – inclusive Francisco, que antes do seu processo de conversão era um comerciante rico e tinha o profundo desejo de se tornar nobre, para isso, tinha como objetivo de vida tornar-se cavaleiro e servir a um grande senhor.

Como a questão de ser grande e importante era desejo comum, Francisco logo descobriu a necessidade de que, para viver uma vida religiosa autêntica, ele deveria buscar outro caminho: o da minoridade. Sua finalidade era ser o menor de todos. Enquanto os homens do século buscavam riqueza e poder, o Poverello de Assis e seus seguidores buscavam o caminho da humildade, simplicidade e pobreza. Assim, se tornavam pequenos diante dos homens, os menores, mas grandes enquanto participantes do Reino de Deus. T

Fonte: Reflexões Franciscanas


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“Oxalá sejas como um velho silhar oculto”

Não queiras ser como aquele catavento dourado do grande edifício; por muito que brilhe e por mais alto que esteja, não conta para a solidez da obra. – Oxalá sejas como um velho silhar oculto nos alicerces, debaixo da terra, onde ninguém te veja; por ti não desabará a casa. (Caminho, 590)

Deixa-me que te recorde, entre os outros, alguns sinais evidentes de falta de humildade:

- pensar que o que fazes ou dizes está mais bem feito ou dito do que aquilo que os outros fazem ou dizem;
- querer levar sempre a tua avante;
- discutir sem razão ou – quando a tens – insistir com teimosia e de maus modos;
- dar o teu parecer sem que te peçam, ou sem que a caridade o exija;
- desprezar o ponto de vista dos outros;
- não encarar todos os teus dons e qualidades como emprestados;
- não reconhecer que és indigno de qualquer honra e estima, que não mereces sequer a terra que pisas e as coisas que possuís;
- citar-te a ti mesmo como exemplo nas conversas;
- falar mal de ti mesmo, para que façam bom juízo de ti ou te contradigam;
- desculpar-te quando te repreendem;
- ocultar ao Diretor algumas faltas humilhantes para que não perca o conceito que faz de ti;
- doer-te de que outros sejam mais estimados do que tu;
- negar-te a desempenhar ofícios inferiores;
- procurar ou desejar singularizar-te;
- insinuar na conversa palavras de louvor próprio ou que dêem a entender a tua honradez, o teu evangelho ou habilidade, o teu prestígio profissional…;
- envergonhar-te por careceres de certos bens… (Sulco, 263)

Fonte: Opus Dei


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"Saber-se nada diante de Deus"

É uma grande coisa saber-se nada diante de Deus, porque é assim mesmo. (Sulco, 260)

Deixa-me que te recorde, entre outros, alguns sinais evidentes de falta de humildade:

- pensar que o que fazes ou dizes está mais bem feito ou dito do que aquilo que os outros fazem ou dizem;

- querer levar sempre a tua avante;

- discutir sem razão ou – quando a tens – insistir com teimosia e de maus modos;

- dar o teu parecer sem que to peçam, ou sem que a caridade o exija;

- desprezar o ponto de vista dos outros;

- não encarar todos os teus dons e qualidades como emprestados;

- não reconhecer que és indigno de qualquer nota e estima, que não mereces sequer a terra que pisas e as coisas que possuis;

- citar-te a ti mesmo como exemplo nas conversas;

- falar mal de ti mesmo, para que façam bom juízo de ti ou te contradigam;

- desculpar-te quando te repreendem;

- ocultar ao Diretor algumas faltas humilhantes, para que não perca o conceito que faz de ti;

- ouvir com complacência quando te louvam; ou alegrar-te de que tenham falado bem de ti;

- doer-te de que outros sejam mais estimados do que tu;

- negar-te a desempenhar ofícios inferiores;

- procurar ou desejar singularizar-te;

- insinuar na conversa palavras de louvor próprio ou que dêem a entender a tua honradez, o teu engenho ou habilidade, o teu prestígio profissional…;

- envergonhar-te por careceres de certos bens… (Sulco, 263) [Topo]

http://www.opusdei.org.br/art.php?p=15284


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A Humildade

Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo” (Fl 2,5).

Se tivesses estado presente à última ceia, terias aprendido duas lições. Terias aprendido a amar: “Dou-vos um novo mandamento. Assim como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.” (Jo 13,34). E terias aprendido a humildade, porque eu teria lavado os teus pés.

A humildade não consiste em atos exteriores, ainda que estes sejam motivados por ela. a humildade é interior. É uma disposição interna de conhecer a verdade sobre si mesmo, de aceitá-la e de viver de acordo com ela. É a base sólida sobre a qual deves levantar tua vida espiritual.

Pela humildade meus santos tornaram-se dignos do amor da Santíssima Trindade. Aprende a humildade de Maria. Ela, a mãe do Altíssimo, a mais favorecida de minhas criaturas, jamais se orgulhou. Reconheceu, aceitou e viveu a verdade sobre si mesma, cumprindo perfeitamente o seu dever. Apesar de saber que era bendita entre todas as mulheres da Terra, não se retirou na solidão, esperando que o mundo reconhecesse sua grandeza e viesse servi-la. Sabendo que Isabel, sua prima, estava no sexto mês de gravidez, foi imediatamente ajudá-la. E ficou com ela durante três meses. Depois, com admirável respeito, partiu, porque Isabel deveria gozar a alegria do filho de sua velhice e ser a rainha do lar. Nisto ninguém deveria interferir. Depois de ter prestado seus serviços à prima, Maria logo se retirou.

Humildade!

Aprende também a humildade de João Batista, o maior profeta dentre os filhos dos homens. Medita em seu desprendimento, em não deixar o Jordão para me procurar e depois de me descobrir, em não me seguir fisicamente. “O homem não pode receber coisa alguma”, disse João, “se não lhe for dada do Céu” (Jo 3,27).

E assim, João permaneceu no Jordão cumprindo seu dever até o dia em que Herodes o lançou na prisão por dizer a verdade de Deus.

Aprende a humildade do Filho do Homem que, como criança, obedecia às suas próprias criaturas; e que disse a João, no batismo: “Convém que cumpramos toda a justiça” (Mt 3,15). Ele pagou o tributo do templo para que ninguém se escandalizasse. Seus lábios muitas vezes repetiram a frase de obediência: para que se cumprissem as Escrituras.

Tornei-me um ser humano, um servidor, uma criatura, não exigindo ficar imune daquilo que acontece à humanidade: viver, na Terra, entre dores. Sabendo plenamente o que este fato me traria, jamais murmurei, muito menos me revoltei contra os erros, as injustiças e os tormentos que me sobrevieram.

Submeti-me em tudo às minhas criaturas. Insultaram-me, chamaram-me de louco, desprezaram-me como o mais vil dos seres: o demônio. Prenderam-me, açoitaram-me, bateram-me, zombaram de mim e cuspiram em mim. Como reagirias a tais ultrajes de criaturas, cujas vidas estivessem em tuas mãos, criaturas que não pudessem mover-se e menos ainda existir sem tua vontade?

Atravessaram, com pregos, os meus pés e as minhas mãos. Deixaram-me pendente do madeiro da cruz, morrendo lentamente, enquanto minha mãe observava tudo aquilo. Suportarias tudo isto?

Mas era vontade de meu Pai que eu sofresse, e por isso, era também minha vontade.

Adão e Eva tinham somente de obedecer. Mas, apesar de todas as vantagens que lhes tinham si, do apresentadas, não quiseram aceitar a supremacia do Criador.

Eu reparei seu pecado, obedecendo em todas as coisas, mesmo quando o demônio arremessava toda a sua fúria sobre mim. Abatido, no jardim, pelos pensamentos de agonia, diante da expectativa de ter de suportar sobre meus ombros todos os pecados da humanidade, entregue a mim mesmo, à terrível tentação de recusar sofrer os mais horríveis tormentos, não obstante submeti-me inteiramente. “Não se faça, contudo, a minha vontade, mas a tua” (Lc 22,42).

Isto é humildade. Aprende de mim!

Do livro Cristo minha vida, págs. 93-95.


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