Sunday, 20 of May of 2012

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Mariolatria – é possível amar Maria demais?

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Considera-se culto de latria o amor absoluto que se deve ao Ser Absoluto, de modo que nenhum outro amor rivalize contra esse. É um dever natural e não se proclame justo quem não dá louas ao Ser Absoluto, Criador e Providente. Com efeito, há cultos de latria, estritamente, onde se reconhece um Absoluto. Portanto, como o diferencial é que o homem reconheça um Absoluto e a ele preste culto, pode acontecer de se eleger mal o ente amado e se oferecer este amor de latria a entes incompetentes desse amor. Por exemplo, é possível adorar a saúde, um bem necessário, mas nunca absoluto; é possível adorar o marido ou a esposa, ou os filhos, todos objetos dignos de serem amados, mas nunca com amor de latria. Enfim, pode-se até amar o sucesso e o dinheiro, como fizeram os nossos irmãos mais velhos, os judeus, no tempo de Moisés com o bezerro de ouro; ou certas denominações cristãs atuias, no caso da teologia da prosperidade. Deste modo, é possível “adorar” entes intra-mundanos, como o poder, o dinheiro (ouro e prata) ou a carreira. Esse tipo de adoração, contudo, é tão contrária à razão, que os que a praticam são chamados tolos. A Sagrada Escritura não os chama de descrentes, nem de injustos, pois eventualmente eles podem ser justos e crentes. Chama-lhes insensatos, pois não pensam em quem depositam sua segurança (cf. Lc 12,20).

De modo análogo, como todos os objetos – até mesmo os bons, como a honra e a inteligência – podem ser postos em situação de adoração incompatível com sua dignidade, também Nossa Senhora pode ser amada com um amor incompatível.  Pois bem, o amor que se presta ao objeto amado deve ser proporcional ao valor que o objeto possui em si mesmo. Com efeito, o amor que se deve à Maria, pelo bem que sua adesão à Vontade de Deus proporcionou à humanidade, dificilmente será superdimensionado. Por isso, todo amor que o homem puder devotar à Maria, por causa dos méritos que alcançou diante de Deus, jamais superará o valor que seus méritos merecem.

Por estes motivos, é impossível a Mariolatria, com a única condição de se ter clara a razão deste culto:  a Maternidade Divina. Deve-se notar que – individualmente – qualquer católico pode recair em cultos de idolatria a falsos deuses: assim foi com Israel no passado; assim pode ser conosco hoje em dia. Basta que se ame mais a um objeto que a Deus. O próprio Senhor adverte que quem ama mais os pais que a Ele não é digno dele. Ora, amar mais aos pais que a Jesus é idolatria. Quanto à doutrina, nunca será possível acusar o catolicismo de idolatria pois todos os louvores e honras que se prestam à Virgem Santíssima, todas as merecidas festas realizadas em seu nome, tudo está em vista dos méritos que seu “Fiat” alcançou ao homem. Além disso, é sinal de obediência à Palavra de Deus louvar seu nome pois dela nasceu a Salvação: “todas as gerações me chamarão Bem-aventurada” (Lc 1,48). Proclamá-la bem-aventurada e reconhecê-la acima de qualquer outra mulher é a mais simples obediência ao Evangelho!

Fonte: Humanitatis


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Adoração Eucarística: Quinze Minutos com Jesus.

Muitas vezes nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia e, envolvidos com nossos problemas e tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus Vivo.

Santo António Maria Claret (1807 – 1870), fundador dos Claretianos, inspiradamente desenvolveu textos que nos levam a uma profunda intimidade com Deus na oração, usando a técnica do diálogo com Jesus, para que assim possamos ouvir sua voz em nossos corações.

Graças e Louvores se dêem a todo momento !

Graças e Louvores se dêem a todo momento !

O roteiro que abaixo publicamos foi selecionado pela Equipe Pastoral da Arquidiocese de Viena, no ano de 1988.

Siga este roteiro em sua oração diante do Santíssimo Sacramento, sem pressa, por um período mínimo de quinze minutos, se possível, diariamente.

Inicie sempre a sua Adoração procurando ouvir a Voz de Jesus dizendo-lhe:

“Não é preciso, meu filho(a), saber muito me agradar; basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos…”.

Menciona-me o seu nome e diz-me o que desejas que eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir.

Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver no caminho certo. Diz-me a favor deles ao menos uma palavra.

Diz-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente…

E pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares dessas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu, que tinham exatamente os mesmos defeitos. Mas pediram com humildade, e… pouco a pouco se viram livres deles.

Tão pouco deixes de me pedir saúde, bem como bons resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas antes a favoreça. Mas quero que o peças. O que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!

Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, pêlos teus amigos, pela tua família, pêlos teus superiores? Que gostaria tu de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado?

E não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim?

Dize-me, em que se detém hoje, de maneira especial, a tua atenção?

Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançar? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso.

Não gostarias de conquistar os meus favores?

Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor próprio? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo?

Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa Providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum te desamparo.

Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois se não forem obstáculo à sua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.

Por que não me deixas tomar parte na tua vida com a força de um bom amigo? Conta-me o que desde ontem, desde a tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez se tenham dissipado teus negros receios; talvez tenhas recebido boas noticias, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo é obra minha. Dize-me simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”

Bem sabes que eu leio que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade.

Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma?

Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra, a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?

Ora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos; mas não esqueça os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário.

Pratica tanto quanto possível o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra minha Mãe que é também tua.

E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim.

No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem que Eu aqui te espero”.

(Baseado em textos de Santo António Maria Claret)


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Silêncio na Liturgia

Por Dom Eugênio Sales

Diz a Sagrada Escritura: “Há tempo de calar e tempo de falar” (Eclesiastes 3,5).

A muitos cristãos se aplica essa advertência bíblica. Ao entrar em certos templos, o modo como alguns procedem revela falta de Fé na presença eucarística e desconhecimento das exigências de um lugar sagrado. Dentro, continuam o entretenimento iniciado fora, na rua, como se tudo fosse banal. Outras vezes, a palestra, mesmo a meia voz, serve de passatempo, enquanto aguardam o ato litúrgico. A casa de oração é transformada em lugar de conversação. E isso acontece também entre pessoas que deveriam servir de exemplo.

Mais grave ainda quando este comportamento ocorre durante celebrações religiosas. Importa valorizar o silêncio nessas ocasiões e lugares. Ele também significa nossa condição de pecador. É o que se deduz dessa passagem de São Paulo, na Epístola aos Romanos (3, 19): “Toda a boca se cale e o mundo inteiro se reconheça réu em face de Deus“.

O Senhor, no sacrário das igrejas, pede o recolhimento pessoal e da comunidade. Há muitas outras oportunidades de os homens se encontrarem. No templo o relacionamento é com Deus. Manifesta-se de vários modos, pela genuflexão bem feita diante do Santíssimo, pela postura corporal, aproveitamento do tempo pela oração e, em particular, com a homenagem que a criatura presta ao Criador, guardando o silêncio respeitoso nos atos religiosos ou fora deles. Lemos no Evangelho de São Lucas (9,36) que, ao ser revelada a divindade de Cristo na transfiguração do Tabor, “os discípulos mantiveram silêncio“.

O profeta Habacuc (2,20) nos adverte: “O Senhor reside na sua santa morada. Cale-se toda a terra diante dele“. Sofonias (1,7) insiste no mesmo sentido: “Silêncio na presença do Senhor“. Em outras passagens a Sagrada Escritura retoma esse tema.

Um fator que induz à infração de tal dever diante de Deus aos lugares sagrados – e, principalmente, na ocasião das cerimônias – é o esforço por promover uma vivência comunitária. Como a prática religiosa, antes do Concílio Vaticano II, se ressentia de uma forte influência individualista, busca-se expandir uma visão mais conforme à própria natureza da Igreja. Formamos um só corpo, cuja cabeça é Cristo. Nossas ações devem repetir essa perspectiva, não ficando, assim, reduzidas a atitudes isoladas. Para alcançar esse objetivo recomenda-se o que diz respeito ao próximo.

Não se exclui dessas atitudes o templo e o que nele ocorre. Com boa vontade, embora mal disciplinada, foram sugeridas ruidosas manifestações estranhas às justas aclamações, aliás, previstas pelas normas litúrgicas. Nesse campo é fácil passar do correto ou razoável para o excesso. Este impede o clima de oração e ofende a santidade do lugar, o que é bem diverso de uma entusiástica participação, no júbilo coletivo, por razões pias. Essa matéria, evidentemente, não se mede pelo ruído, mas pelos motivos que o provocam. A glória de Deus merece calorosos aplausos, como exige a supressão até de murmúrios, quando profanos.

Essas considerações nos levam a especificar algumas circunstâncias para melhor compreensão. Na Santa Missa, o momento da paz por vezes se converte em balbúrdia inaceitável. Pelas diretrizes litúrgicas essa saudação é feita ao mais próximos. Em algumas igrejas, os excessos levam a uma agitação generalizada entre os participantes. O ambiente sagrado, imediatamente antes da Santa Comunhão, é prejudicado.

Certos cânticos mesmo de índole religiosa, podem ser classificados como oportunos em festejos e outros lugares, que não o templo sagrado. O Santo Sacrifício não é ocasião para protestos político-ideológicos, através de canções. Igualmente, a “Oração dos fiéis” não se destina a um momento de criticar ou de difundir determinadas posições, à margem da sacralidade do ato que se celebra.

Os batizados e, principalmente, as celebrações do casamento são, não raras vezes, uma real profanação do lugar sagrado. Qualquer pessoa que possua mediana educação doméstica – nem direi religiosa – jamais terá um comportamento não condizente com o ato e a Casa de Deus. Mesmo desprovido de Fé, possuindo bom senso, assumirá uma atitude respeitosa ao lugar onde se encontra. Ninguém é obrigado a ir, mas se, livremente, ali está, subentende-se que aceita as regras comezinhas de boa convivência humana.

Esses exemplos e outras circunstâncias sugerem a necessidade de inculcar a importância do sagrado, neste mundo que desconhece cada vez mais os valores religiosos.

Qual a metodologia a ser utilizada na preservação de um ambiente verdadeiramente adequado à santidade de nossos templos? A primeira medida será fortalecer o espírito de Fé. A crença bem viva na infinita grandeza de Deus é que nos leva a respeitá-Lo. E o silêncio é uma manifestação desses nossos sentimentos. Ao penetrar nos umbrais da casa do Senhor, por mais humilde e pobre que seja, tenhamos presente a dignidade espiritual do lugar.

Um outro recurso é ter bem viva a responsabilidade de dar um exemplo cristão ao próximo, principalmente às crianças e pessoas afastadas da Fé ou alheias a ela. Esse trabalho educativo cabe, de modo especial, aos que se acham naturalmente vinculados à Igreja. Esse comportamento é mais eloqüente que uma exortação ou apelo.

Muitos poderiam perguntar por que tratar desse assunto, quando há outros, aparentemente de maior gravidade e importância. A resposta é simples: tudo o que se refere a Deus é valioso e oportuno. Além disso, o cuidado com as necessidades materiais do nosso próximo será mais eficaz quando elas estão vinculadas ao seu progresso espiritual. Este é um alicerce sólido sobre o qual se possibilita a edificação de uma obra social duradoura e eficaz.

Louvemos ao Senhor com lábios e também com o coração na Casa de Deus. Esta é uma eloqüente manifestação de nossa Fé.

Fonte: http://www.arquidiocese.org.br/paginas/v19012007.htm


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Poesia para almas cansadas de tanta tribulação… (I)

À VIRGEM SANTÍSSIMA

Cheia de Graça, Mãe de Misericórdia

(Anthero de Quental)

Num sono todo feito de incerteza,
De noturna e indizível ansiedade,
É que eu vi teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza.

Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade,
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na natureza.

Um místico sofrer, uma ventura
Feita só do perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira.

Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa…
E deixa-me sonhar a vida inteira!

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BUSCANDO A CRISTO

(Gregório de Matos)

À vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.

A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.

A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa, p’ra chamar-me

A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme.

 


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Meu Senhor e Meu Deus !

QUANDO TOMÉ VIU e ouviu Jesus, exprimiu em poucas palavras o que sentia no seu coração: Meu Senhor e meu Deus!, exclama comovido até o mais fundo do seu ser. É um ato simultâneo de fé, de entrega e de amor. Confessa abertamente que Jesus é Deus e reconhece-o como seu Senhor. Jesus respondeu-lhe: Tu creste, Tomé, porque me viste; bem-aventurados os que não viram e creram. E comenta João Paulo II: “Esta é a fé que nós devemos renovar, na esteira de incontáveis gerações cristãs que ao longo de dois mil anos confessaram a Cristo, Senhor invisível, chegando até ao martírio. Devemos fazer nossas, como muitos outros fizeram suas, as palavras de Pedro na sua primeira Epístola: Este Jesus, vós não o vistes, mas o amais; vós também agora credes nEle sem o ver; e, crendo, exultais com uma alegria inefável (1 Pe 1, 8). Esta é a autêntica fé: entrega absoluta às coisas que não se vêem, mas são capazes de satisfazer e enobrecer toda uma vida”.

A partir daquele momento, Tomé foi outro homem, graças em boa parte à caridade fraterna que os demais Apóstolos tiveram com Ele. A sua fidelidade ao Mestre, que parecia impossível naqueles dias de trevas, foi para sempre firme e incondicional. Essas suas palavras têm-nos servido muitas vezes para fazer um ato de fé – Meu Senhor e meu Deus! – ao passarmos diante de um Sacrário ou no momento da Consagração na Santa Missa. A sua figura é hoje para nós um motivo de confiança no Senhor, que vela por nós constantemente, e um motivo de esperança em relação aos que temos mais perto de nós, se por vontade divina passam por momentos de desconcerto na sua fidelidade a Deus. Nessa situação, o nosso alento e a graça divina farão milagres.

Pedimos hoje ao Senhor com a Liturgia: Concedei-nos a graça de celebrarmos com alegria a festa do Apóstolo São Tomé; que sejamos sempre sustentados pela sua proteção e tenhamos em nós vida abundante pela fé em Jesus Cristo, a quem o vosso Apóstolo reconheceu como seu Senhor e seu Deus.

A Virgem, que estava naqueles dias tão perto dos Apóstolos, deve ter seguido atentamente a evolução da alma de Tomé. Talvez tenha sido Ela quem impediu que o Apóstolo se afastasse definitivamente. Nós confiamos-lhe hoje a nossa fidelidade ao Senhor e a daqueles que de alguma maneira Deus colocou sob os nossos cuidados. Virgem fiel…, rogai por eles…, rogai por mim!

Fonte: Falar com Deus.


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