Sunday, 20 of May of 2012

Archives from month » July, 2009

E se eu quiser ser livre para fazer tudo que quiser?

Por Jason Evert

Voce quer liberdade? Que tal não ter que se preocupar mais com perguntas do tipo: "Vou pegar uma doença? Meus pais vão descobrir? Vou ficar grávida? Estou sendo usado(a)?" Livre desses problemas, você será livre para amar – sem ansiedade sobre o futuro ou arrependimentos por causa do passado. Essa é a verdadeira liberdade: a capacidade de fazer o que é certo.

Você está certo(a) em procurar a liberdade, porque ela é que torna o amor possível. Mas perceba que a castidade não é a perda da liberdade; é a sua plenitude. Uma pessoa que é controlada pelos seus homônios não é livre. Um rapaz assim não está se doando-se a uma mulher ou a amando, mas estáapenas usando-a como instrumento para suas "necessidades" sexuais. A luxúria cega o nosso coração e distorce nossos desejos, enquanto a pureza nos torna livres. Afinal de contas, não nos tornamos livres fazendo tudo que queremos. Nós ficamos livres – e capazes de amar – quando temos auto-controle. Enquanto não temos a liberdade do auto-controle, somos escravos acorrentados ao controle de natalidade.
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Trecho do livro "Pure Love", de Jason Evert. San Diego, Catholic Answers, 2007. Veja mais de Jason Evert em: www.chastity.com

Fonte: Vida e Castidade, de Daniel Pinheiro.


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Orações em Latim

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Nossa Senhora do Carmo

Dom Benedicto de Ulhôa Vieira

Durante o ano litúrgico, a Igreja celebra muitas datas em honra a Maria Santíssima, Mãe de Deus. Com este singular título “Mãe de Deus”, temos o direito de festejá-la pelo honroso privilégio de virginalmente ter dado ao Verbo divino a natureza humana. Por isto nunca nos cansamos de repetir-Lhe a palavra de saudação do Anjo, como nos refere o Evangelho de Lucas (1, 28) “Ave, cheia de graça”.

Temos razão, sem dúvida, de saudá-la como virgem e mãe, assim agraciada singularmente por Deus. O Papa São Leão Magno, num belíssimo sermão, lembra que a Deus, que dera a fecundidade a uma anciã, mãe de João Batista, não se Lhe pode negar tenha dado o dom da maternidade a uma virgem.

A festa de Nossa Senhora do Carmo hoje quer recordar o que a tradição nos transmite: que São Simão Stock recebeu em 1251 das mãos de Maria Santíssima o escapulário no Monte Carmelo. Neste local se ergueu uma capela sobre as ruínas de uma capela anterior. Só bem mais tarde, em 1728, é que esta comemoração festiva foi incluída no calendário da Igreja.

Na oração da Missa desta festa, pedimos ao Senhor que, por intercessão de sua Mãe, nos dê a graça de subir o monte que é Cristo, isto é, subir aos páramos da contemplação, onde, distantes dos estrépitos e do tropel do mundo, possamos sentir aquela alegria suave do encontro amoroso com Deus, que nos leve a repetir a exclamação de Pedro: “É bom estarmos aqui” (Mt 17, 4).

A vida diária da criatura humana, mesmo dos mais afortunados, é entrelaçada de preocupações, dificuldades e tristezas. Para o cristão, homem de fé, que se ilumina sempre pela luz da palavra do Evangelho e se fortalece da esperança – porque Deus não falha – as festas religiosas, como a de hoje, trazem um raio de luz e uma nova força. Faz-nos confiar na certeza de que Deus é Pai e não nos abandona.

A presença solícita de Maria, Mãe de Jesus, vela sobre os filhos de Deus e assim nos dá a certeza de sua solicitude materna junto de seu Filho.

Colocamos-nos hoje sob o olhar materno da Senhora do Carmo, cuja proteção nos leva para mais perto do seu Filho Cristo Jesus.

Fonte: Site da CNBB


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Não descures a prática da correção fraterna

 

Não descures a prática da correção fraterna, manifestação clara da virtude sobrenatural da caridade. Custa; é mais cômodo eximir-se; mais cômodo!, mas não é sobrenatural. – E dessas omissões terás de prestar contas a Deus. (Forja, 146)

Portanto, quando na nossa vida pessoal ou na dos outros percebermos alguma coisa que não está certa, alguma coisa que precisa do auxílio espiritual e humano que nós, os filhos de Deus, podemos e devemos prestar, uma das manifestações claras de prudência consistirá em aplicar o remédio conveniente, a fundo, com caridade e com fortaleza, com sinceridade. Não têm cabimento as inibições. É errado pensar que os problemas se resolvem com omissões ou com adiamentos.

A prudência exige que, sempre que a situação o requeira, se apliquem os remédios, totalmente e sem paliativos, depois de se deixar a chaga a descoberto. Ao notardes os menores sintomas do mal, sede simples, verazes, quer tenhais de curar alguém, quer se trate de receberdes vós mesmos essa assistência. Nesses casos, deve-se permitir, a quem se encontra em condições de curar em nome de Deus, que aperte de longe e depois mais de perto, e mais ainda, até que saia todo o pus e o foco de infecção fique bem limpo. Temos de proceder assim, antes de mais nada, conosco próprios e com os que temos obrigação de ajudar por justiça ou por caridade. Rezo especialmente pelos pais e pelos que se dedicam a tarefas de formação e ensino. (Amigos de Deus, 157)

Fonte: Opus Dei.


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Caritas In Veritate

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